Friday, February 11, 2011

Renault Captur

• Apresentado hoje por Carlos Ghosn, Presidente do Grupo Renault, o CAPTUR é o segundo carro-conceito que reflete a estratégia de design da Renault.

• Com suas amplas dimensões e desenho robusto, este crossover esportivo simboliza a descoberta do mundo a dois.

• Seu motor diesel biturbo de baixa cilindrada combina prazer de dirigir, alta performance e baixas emissões de CO2.

“No Salão de Frankfurt de 2009, a Renault apresentou a sua nova identidade de marca, que coloca o ser humano no centro de suas preocupações. Como consequência, a nova e ambiciosa estratégia de design é baseada nas várias etapas da vida, com cada uma delas assumindo a forma de um carro-conceito”, explicou Laurens Van den Acker, Diretor do Design da Renault. O primeiro deles, o DeZir, é um coupê de dois lugares, que simboliza a paixão que acontece no início de toda história. Agora, o Renault CAPTUR representa a segunda fase deste ciclo, a descoberta do mundo a dois.

Como seu antecessor, o Renault CAPTUR representa o estilo “simples”, “sensual” e “aconchegante”, que progressivamente será a assinatura dos próximos carros da marca. “CAPTUR um crossover alegre e esportivo, destinado a um casal jovem, pronto para descobrir o mundo” diz Laurens Van den Acker. Já, o Diretor de Carros-Conceito da Renault, Axel Breun, acrescentou: “O CAPTUR é baseado no estilo lançado pelo carro-conceito DeZir, com um lado mais técnico e funcional, porém, sem abrir mão de ser extremamente atraente e bonito”.


Um Crossover que combina músculos e movimento
As dimensões e linhas do Renault CAPTUR lembram movimento e leveza, ao mesmo tempo em que mostram uma forte personalidade fora-de-estrada, cheia de “músculos”. Dando continuidade ao estilo do DeZir, ele não tem ângulos e nem linhas retas, mas formas sensuais e naturais. As principais fontes de inspiração de Julio Lozano, Designer de Exteriores da Renault, foram os esportes radicais e os atletas. “Para desenhar o CAPTUR, parti da imagem de um sprinter nos starting-blocks, com seus músculos tensionados e a potência produzida quando ele dispara”, explicou. Ele também se baseou nos equipamentos dos esportes radicais, aliando tecnologia, sofisticação e leveza, como os capacetes, as luvas e outras proteções corporais.

O Renault CAPTUR tem a mesma identidade da nova frente, apresentada pelo DeZir. Ela também se estrutura em torno do amplo logo Renault, verticalizado e posicionado sobre uma superfície com um traçado escuro, que confere o máximo de legibilidade. Os grandes paralamas têm um aspecto fosco, que destacam a percepção de robustez. Lâmpadas LED prolongam o pisca-pisca, através de um efeito de ondas que se propagam pela carroceria.

O Renault CAPTUR não tem apenas um apelo emocional: é um veículo prático e funcional. Quando retirado, o teto rígido revela uma estrutura em carbono. Assim, o CAPTUR pode se transformar, passando de coupê para conversível ou de veículo urbano para um fora-de-estrada. O seu lado esportivo é reforçado pelas portas tipo “asa” (élitro) e pneus superdimensionados de 22 polegadas, montados sobre rodas pretas e brancas, cujo padrão se repete ao longo dos flancos.

O Renault CAPTUR exibe uma carroceria de cor quente, alaranjada, que toma o lugar do vermelho do DeZir. Esta cor é declinada em diferentes nuances e materiais, tanto do lado de fora como do lado de dentro do veículo.


Interior aconchegante e leve
Desta forma, o habitáculo tem uma cor predominantemente laranja, com notas fluorescentes destacadas por uma difusão contínua da luz. “Meus principais temas de inspiração são o corpo humano, os esportes outdoor ou ainda o estilo urbano”, explicou Kana Watanabe, Designer de Cores e Materiais da Renault. “Queria que o veículo transmitisse aconchego e dinamismo”, explica a designer.

O interior do Renault CAPTUR é ao mesmo tempo simples de usar e aconchegante. A impressão de leveza transmitida pelo design externo ainda domina, como os bancos dianteiros ligados ao console central, que parecem estar suspensos no ar. O habitáculo é refinado e não tem nenhum equipamento supérfluo. Materiais inovadores foram utilizados de forma astuciosa, permitindo brincar com a luz e os efeitos óticos. O console central, os painéis das portas e o painel de instrumentos foram criados a partir de um material translúcido, como se fosse uma “segunda pele”. Na parte da frente, os cordames em tecnofibra ficam à mostra devido aos pontos luminescentes, presentes na maior parte do habitáculo. “Todo o interior foi concebido em torno desta rede de fibras elásticas esticadas, que remetem ao mundo da vela e do montanhismo. Elas dão ritmo a este interior através de jogos gráficos e luminosos, reforçando o dinamismo do veículo ao mesmo tempo em que dão leveza ao habitáculo”, resume Magali Gouraud-Borgers, Designer de Interiores da Renault.

O volante em couro cinza, os bancos dianteiros em carbono, típicos dos carros de corrida, e os pedais em alumínio reforçam o aspecto esportivo do veículo, dando continuidade às diretrizes iniciais.

Com seu assoalho forrado com três níveis de cordames, a traseira do veículo é uma área funcional:
- A disposição dos cordames tensionados permite ter porta-objetos moduláveis.
- A leveza elástica da estrutura é um convite ao relaxamento. É uma nova proposta de conforto, uma nova forma de se sentar, como se fosse uma rede.
- Por fim, o Renault CAPTUR brinca com a modularidade, oferecendo encostos articulados nas laterais do carro, criando dois verdadeiros assentos traseiros com cintos e apoios de cabeça. Assim, o CAPTUR pode acomodar quatro passageiros.


Inovação e alta performance sem gastar muito
O Renault CAPTUR é equipado com um motor-conceito diesel biturbo, desenvolvido com base no novo 1.6 dCi. Para atingir o objetivo de ser líder europeia em termos de emissões de CO2, a Renault se apoia principalmente em uma estratégia de downsizing. Trata-se de oferecer uma linha de motores térmicos que associam performance e consumo limitado paralelamente à linha de motores elétricos. O 1.6 biturbo se encaixa perfeitamente nesta estratégia. Graças à introdução da superalimentação, ele entrega 160 cv de potência para uma cilindrada de 1.6 litro, ou seja, uma potência específica comparável a motores como o do Clio R.S., por exemplo. O torque máximo de 38,7 mkgf está disponível desde os 1.750 rpm, garantindo retomadas rápidas em baixo regime e conforto ao dirigir em qualquer circunstância. Junto com a caixa de câmbio com dupla embreagem EDC, este grupo motopropulsor oferece um verdadeiro prazer de dirigir, com emissões de CO2 limitadas a 99 g/km.

Para melhorar ainda mais as suas performances, o Renault CAPTUR dispõe de um sistema inovador, que aumenta a tração em baixa velocidade. Quando uma das duas rodas motrizes perde aderência, o novíssimo diferencial mecânico autoblocante transmite todo ou parte do torque do motor disponível para a roda que tem mais aderência. Assim, a direção fica fluida nas estradas ou percursos escorregadios.

O Renault CAPTUR também está inaugurando o Visio-system, um recurso inovador que inclui uma câmera frontal no alto do parabrisa, associada aos dispositivos de auxílio à condução. Esta nova tecnologia insere imagens computadorizadas à projeção da estrada transmitida pelo monitor central. É a mesma técnica da realidade aumentada, que visa a complementar a percepção do mundo real, incluindo elementos fictícios. Este sistema permite uma condução mais tranquila, unindo segurança e conforto.



Fonte Renault

Vídeo do Camaro ZL1

Thursday, February 10, 2011

Susto do dia

Um caminhão carregando alguns metros de neve em cima do baú passa por uma ponte, o resultado é espalhou neve para todos os lados, mas o cinegrafista que estava no carro não se intimidou e continuou filmando tudo.

Camaro ZL1 a vesã com 550 cv

A Chevrolet lança a nova versão do Camaro denominada de ZL1. Esta é a versão mais potente do Camaro lançada até hoje.

A denominação ZL1 é referente a um motor, feito em alumínio, que a marca utilizava para corridas na década de 60.

O ZL1 só será lançado a apertir do ano que vem. E traz motor 6.2 V8 supercharger e transmissão manual de seis velocidades que o deixam com 557 cv.

Ele virá com rodas de 20” com pneus nas medidas 245/45 na dianteira e 270/40 na traseira. Para parar o ZL1 foi colocado discos de 370 milímetros de diâmetro na dianteira e 365 mm na traseira.



Wednesday, February 9, 2011

Quando trocar o kit de embreagem.

Muitos devem estar se perguntando mas que negócio é esse de embreagem? Bom, explicando de uma forma bem simples, a embreagem faz a ligação do motor com a caixa de marchas que por sua vez são ligadas a rodas. Cada vez que você aciona o pedal de embreagem o disco se desliga do platô (veja a figura a baixo do conjunto de embreagem) e o motor não manda mais “força” para a caixa de marchas.



Bom ta legal, mas quando este kit de embreagem deve ser substituído? Quando o sistema de embreagem esta com seus dias contados ele começa a dar alguns sintomas o principal
sintoma é a dificuldade em acioná-la. O pedal fica pesado e você tem que fazer uma certa força para acioná-lo. O carro fica com mais difícil para arrancar, principalmente em subidas, muitas vezes o carro trepida, a troca de marchas se tornar um suplicio, as famosas "arranhadas" tornam-se mais freqüentes. Além disso, o conjunto emite ruídos estranhos quando o motorista pisa no pedal.

O kit de embreagem geralmente tem que ser substituído quando estes sintomas acima são apresentados, o recomendado é que se troque disco, platô e rolamento, muitas vezes não é necessária a troca do conjunto todo (porem convém). E muitas vezes surge mais alguma pecinha que não estava no planejado, como um cabo de embreagem por exemplo.

Dicas para aumentar a vida útil do conjunto de embreagem

Geralmente a viva útil da embreagem gira em torno de 80 mil km, se bem utilizado, para atingir esta marca pode ser tomado os seguintes cuidados. Não dirigir com o pé apoiado no pedal da embreagem. Os sistemas geralmente trabalham com uma folga que gira em torno de 10 mm (1 cm), mas os motoristas geralmente ultrapassam esse limite. Ao apoiar o pé no pedal, o motorista estará pressionando o diafragma do platô e abrindo o sistema de embreagem. Com isso, o disco vai começar a escorregar. Ao patinar, vai superaquecer o sistema e provocar desgaste prematuro do material de atrito; Outros fatores que podem acelerar o desgaste da embreagem (e de outros itens do carro) são: carregar peso além dos limites do veículo e ficar sempre com marcha engatada ou fazer "controle de embreagem" em subida.

Fonte

Tuesday, February 8, 2011

Vídeo do acidente de Robert Kubica no Rally de Andorra

Robert Kubica, piloto da Lotus Renault F1, sofreu um grave acidente na preparação do rali Ronde de Andorra, neste domingo.

O piloto polonês teve uma lesão grave na mão direita, foi despertado do coma induzido por alguns minutos, falou e mexeu os dedos da mão direita.

O vídeo abaixo mostra como ficou o carro após o acidente e no segundo vídeo tem uma simulação de como foi o acidente



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