Wednesday, November 4, 2009

Os 50 carros mais vendidos do mês de Outubro de 2009

As vendas de outubro tiveram uma queda de 4,6% em comparação ao mês de setembro. O Gol continua na frente do segundo colocado, o Fiat Palio, com 9.591 unidades de vantagem.

Confira a lista do 50 carros mais vendidos no Brasil em outubro de 2009

Justificar01 - Gol 27.781
02 - Palio 18.190
03 - Uno 14.550
04 - Celta 13.223
05 - Corsa Sedã 12.156
06 - Siena 12.063
07 - Fox 8.844
08 - Ka 8.440
09 - Strada 8.145
10 - Voyage 7.927
11 - Prisma 5.773
12 - Fiesta 5.737
13 - Sandero 5.283
14 - Corolla 5.208
15 - EcoSport 4.128
16 - S10 3.802
17 - C3 3.757
18 - Fit 3.640
19 - Palio Weekend 3.629
20 - Fiesta Sedã 3.493
21 - SpaceFox 3.442
22 - Civic 3.425
23 - Tucson 3.412
24 - Corsa 3.354
25 - Montana 3.334
26 - Logan 3.226
27 - City 3.126
28 - Hilux 3.097
29 - Meriva 3.069
30 - Astra 2.981
31 - Punto 2.907
32 - 207 2.790
33 - Kombi 2.680
34 - Idea 2.628
35 - i30 2.510
36 - Vectra 2.293
37 - 207 Passion 2.284
38 - Focus 2.089
39 - Saveiro 1.992
40 - Agile 1.880
41 - L200 1.828
42 - Clio 1.761
43 - Golf 1.748
44 - Fiorino 1.635
45 - Linea 1.546
46 - Polo Sedã 1.510
47 - Ranger 1.302
48 - Polo 1.242
49 - C4 hatch 1.235
50 - HR 1.208


Tuesday, November 3, 2009

Escoriações - 8ª parte

Leia também a 1ª parte, 2ª parte, 3ª parte, 4ª parte, 5ª parte, 6ª parte e 7ª parte.


Detonação [pancadas de combustão]

A detonação, um tipo de combustão anormal, é a ignição descontrolada da ultima porção da mistura que não foi alcançada pela faísca oriunda da vela.

Suas principais causas são as seguintes:

Motores a gasolina/Álcool

a – Mistura pobres de combustível.
b – Combustível com índice de octana muito baixo.
c – Carga excessiva do motor.
d – Superadiantamento do ponto de ignição.
e – Depósito excessivo de carvão nos cabeçotes e nas cabeças dos pistões.
f – Aumento da taxa de compressão do motor pelo rebaixo excessivo do cabeçote, pelo uso de uma junta mais finas, etc.

Motores Diesel:

a – Combustíveis de quantidade imprópria para o motor.
b – Qualquer condição anormal de qualquer parte do sistema de injeção: controles, bomba injetora ou bicos injetores.
c – Deficiência no sistema de arrefecimento que afetem o resfriamento do cilindro ou do cabeçote.

Estes fatores, em conjunto ou isoladamente, provocam o aparecimento do fenômeno da detonação que, além de acarretar altas pressões e temperaturas nas câmaras de combustão, ainda fazem com que haja uma notável perda de potência no motor pois o mesmo não consegue absorver essa liberação repentina e desordenada de energia.

Para explicar melhor como ocorre a detonação, nas figuras seguintes, no caso de um motor a gasolina ou álcool, como ocorre uma combustão em condições normais e, em seguida, em condições anormais.


Condições Normais:

1° - Com o pistão no curso de compressão, a vela emite uma faísca.


2° - Pela ação da faísca a combustão inicia-se, formando uma frente de chama a partir da vela.


3° - A mistura ar-combustível inflama-se rapidamente e progressivamente vai percorrendo toda a câmara de combustão.


4° - A combustão vai-se completando e a dilatação dos gases vai empurrando o pistão para baixo, completando o movimento de força.


Condições anormais

1° - Quando ocorre a faísca, uma parte da mistura, próxima à vela, inflama-se e tenta expandir-se.


2° - Porém, pelos motivos anteriormente citados, essa frente de chama não consegue propagar-se com velocidade normal e provoca, por outro lado, um aumento na temperatura e pressão dentro da câmara, que dão origem a uma segunda frente de chama.


3° - Essa segunda frente de chama também vai-se propagando pela câmara de combustão junto com a primeira.


4° - A detonação se origina do choque entre duas frentes de chama que é caracterizado por ruídos secos e metálicos, conhecidos como “batida de pino”.


As consequências da detonação prolongada em um motor são gravíssimas podendo ir desde queimaduras sérias do pistão, rápido desgaste da canaleta superior, quebra de anéis, engripamento e anéis presos até finalmente, a paralisação total do motor.


A detonação provocou a avaria deste pistão.

As pancadas da combustão ou o funcionamento irregular, no motor diesel, resulta da queima inicial muito rápida, causando uma taxa excessiva de aumento de pressão.

Pega entre Porsche, Yamaha R1 e F16 [Vídeo]

Um pega entre 3 maquinas incríveis:


Via pilandia

Monday, July 27, 2009



CUIDE DO SEU CARRO
ANTES DE VIAJAR REVISE SEU CARRO

  • Verificar o n�vel do �leo

Cheque o n�vel de �leo do motor a cada semana. Para fazer essa inspe��o o carro deve estar em local plano, com o motor frio, ap�s ter ficado algumas horas em descanso. O n�vel correto deve ficar entre as marcas m�nima e m�xima da vareta. Lembre-se que �leo em excesso pode sujar as velas e o sistema de alimenta��o nos carros com carburador. Ao contr�rio, a falta de �leo compromete a lubrifica��o das partes m�veis internas, podendo causar o travamento ou desgaste prematuro do motor. Se tiver de completar o n�vel, utilize �leo da mesma marca, especifica��o e classifica��o da do �leo original.

  • Completar a �gua do radiador

Verifique o l�quido do sistema de refrigera��o (radiador e vaso de expans�o) sempre com o motor frio. Fa�a isso a cada semana, de prefer�ncia logo pela manh�, antes de sair de casa. O n�vel correto deve ficar entre as marcas m�xima e m�nima do reservat�rio de expans�o. Nunca deixe o frentista do posto abrir a tampa do radiador ou reservat�rio com o motor quente. A �gua aquecida aumenta de volume e se perde quando a tampa � liberada. Em caso de superaquecimento, espere o motor esfriar totalmente antes de completar o n�vel. Feito isso, ligue o motor e adicione a �gua fria aos poucos. Isso evita um choque t�rmico que poderia causar o empenamento do cabe�ote e outros problemas mais s�rios ao ve�culo.

  • Profundidade dos sucos dos pneus

Desenhados para escoar a �gua em contato com a banda de rodagem, os sulcos dos pneus devem manter uma profundidade m�nima de 1,6 mm. Abaixo dessa medida, passam a perder a ader�ncia quando em contato com o ch�o molhado ou em condi��es de baixo atrito. Al�m disso, carros com pneus lisos est�o sujeitos a multa na estrada. Alguns modelos de pneus v�m com indicador de desgaste, em geral uma marca gravada ou marca de tinta na borracha. Por isso, n�o se esque�a de fazer o rod�zio de pneus a cada 10 mil km - para tornar o desgaste mais uniforme- e n�o hesite em troc�-los quando estiverem gastos.

  • Lavagem do motor nos postos

Os carros equipados com inje��o eletr�nica s�o mais sens�veis � �gua durante as lavagens. Por isso evite limpar o motor com muita freq��ncia nos postos de abastecimento. A �gua sob press�o pode infiltrar nos terminais e sensores do sistema de igni��o e bloquear o contato el�trico, impedindo o motor de funcionar. Em modelos com central eletr�nica instalada dentro do cofre do motor, pode haver uma pane nesse componente. Se a lavagem do motor for inevit�vel, envolva a central eletr�nica com um pl�stico e evite esguichar �gua sob press�o nos terminais.

  • Calibragem dos pneus

Verifique a calibragem dos pneus semanalmente. Ela deve ser checada sempre com os pneus frios, de prefer�ncia pela manh�, no posto mais pr�ximo de sua casa, assim que come�ar a rodar. A explica��o � simples: quando o carro est� em movimento o atrito da roda com o piso aquece os pneus. Isso aumenta o volume interno de ar e faz com que a press�o se eleve. Qualquer calibragem nessas condi��es vai apontar uma medi��o alterada.

  • Cuidados com a Bateria

Relegada ao esquecimento, a bateria do carro tamb�m requer manuten��o. Nas baterias n�o seladas, verifique e complete o l�quido a cada 30 dias, reduzindo essa freq��ncia no ver�o, per�odo em que h� maior evapora��o. Use sempre �gua destilada. Evite a �gua de torneira, pois esta cont�m elementos qu�micos ou metais que podem comprometer a vida �til da bateria. Nas baterias seladas, o orif�cio de ventila��o dos elementos deve estar sempre desobstru�do para evitar o ac�mulo de gases em seu interior e uma eventual explos�o.

NOVE PASSOS PARA LAVAR SEU CARRO

1) Jogue bastante �gua, pra remover gr�os de areia e sugeira mais grossa.

2) Use algum shampoo para carros, ou detergente NEUTRO. Nunca sab�o em p�.

3) Com pano limpo e macio, ou peda�o de espuma, lave na seguinte ordem:
* Teto;
* Vidros e colunas de portas;
* Cap� e porta malas;
* Laterais: do vidro at� local do friso. Isto � mais ou menos a metade da lateral, alinhada com as bordas de paralama. A parte que fica abaixo disso acmula maior sujeira, por isso � feito separado, para estes gr�os de sugeira n�o fazer akeles pequenos riscos circulares sobre o verniz.
* Laterais: parte de baixo dos frisos.
* Parachoques: dependendo de quanta sujeira tenha, pode-se trocar a ordem dos PC com as laterais da parte de baixo.
* Pneus e rodas.

Nunca deixe secar a �gua, principalmente ao lavar em dia quente. Enxague quantas vezes forem necess�rias

4) Para secar, sempre na sombra. Se tiver em m�os, pode-se usar uma palheta de para-brisa para tirar o excesso, como se fosse um rodo, passando sem for�ar. O ideal � seguir a mesma ordem da lavagem: teto, vidros, cap� e porta malas, laterais "alta", laterais "baixa", PC e rodas. SEMPRE, de cima para baixo.

5) Vai ser preciso 2 panos macios (e limpos) pra secar. O melhor que tem � akelas fraldas de tecido, grandes. S�o boas pq tem grande absor��o.
* O primeiro pode ser passado levemente �mido, sempre torcendo o pano. N�o pode sentir na m�o akela sensa��o de pano seco, como se estivesse raspando a lataria.
* O segundo pano sim, seco, pra tirar as marcas do primeiro pano

6) Silicone, pneu pretinho ou o produto que costuma usar nas rodas.

Se for lavar na praia / cidade litor�nea, nao da pra economizar �gua e nem ser muito lento na secagem. Aquele "melado" tradicional da maresia, � muito facil de marcar a pintura. Nesta �poca de ver�o muitos dos carros que v�o at� a oficina � por causa da praia, quando batem uma �gua s� pra tirar a areia.

7) Se forem encerar com algum equipamento de boina (politriz, firadeira, etc) muito cuidado. Para quem n�o tem experi�ncia, pode-se arrancar o verniz, queimar a pintura ou arrancar tinta de cantos. Se for fazer na m�o, o ideal � seguir as intru��es de cada tipo de cera, sempre cuidando para n�o pegar nas partes plasticas para n�o ficar akela mancha esbranqui�ada.

8) No interior, aspirador e pano �mido limpo. Se tiver algum produto, use o que ja conhe�a. De prefer�ncia, nao use silicone no interior. Fica muito melado, alguns com cheiro enjoativo, e retem mais a sujeira. Prefira produtos sem brilho.

9) Com um pano �mido, n�o esque�a das bordas de porta e soleira, que retem muita sujeira pois � onde mais se passa os p�s.

O Que � Tuning

Tuning?

Tuning � a arte de personalizar carros, n�o s� em sua apar�ncia, mas tamb�m na performance e no sistema de sonoriza��o. A palavra tuning significa ajuste fino, por este motivo quando falamos em carros tuning logo devemos pensar em carros aperfei�oados, modificados, personalizados, tunados...

Tuning � uma arte

� muito importante antes de querer fazer um carro personalizado visualizar e estudar suas linhas, sua capacidade de aumentar a performance e sistema de som para n�o ter surpresas desagrad�veis ou n�o ficar exatamente como o esperado.

Visual - Os kits aerodin�micos devem acompanhar as linhas originais do carro para dar a impress�o de carro com visual limpo e harmonioso. Caso contr�rio todo o visual do carro original teria que se adaptar ao kit aerodin�mico ou ao visual escolhido, o que traria muitos problemas, trabalho e dinheiro.

Performance - O meio mais vi�vel para aumentar a performance do motor de um carro � a instala��o de kits turbo ou compressores mec�nico chamados de blower. Ambas as op��es podem dobrar a potencia original do motor sem grandes dificuldades. O pr�ximo passo seria troca de discos de freios por outros maiores, cambio com marchas mais longo e suspens�es mais firmes para maior estabilidade.

Sistema sonoro - Ao contr�rio do que a maioria das pessoas pens�o o sistema de som n�o � quanto maior melhor como se fosse a pot�ncia de um motor, � importante em primeiro lugar saber se o propriet�rio do carro quer um sistema de qualidade, sistema de trio el�trico, sistema multim�dia ou um sistema com o m�ximo de SPL poss�vel. Logo ap�s a escolha do tipo de sistema vem a escolha dos falantes que podemos encontrar marcas diferentes com exatamente a mesma qualidade, porem com caracter�sticas de respostas diferentes onde tamb�m podem exigir caixas ac�sticas de tamanhos diferentes.

Cuidado com o �Xuning�

Quando n�o existe conhecimento suficiente por parte de quem vai tunar o carro � comum que o resultado seja um carro muito carregado no visual, combina��es de cores erradas e/ou a utiliza��o de acess�rios incompat�veis no estilo.

Esse tipo de prepara��o muitas vezes � feito pelo pr�prio dono do carro que apesar do resultado ele fica satisfeito, porem o visual do carro � desaprovado pela maioria das pessoas que acabaram criando um novo nome para esse novo estilo, o xuning que nada mais � que o tuning mal feito.

N�veis de prepara��o

Antes de come�armos a mexer num carro � preciso saber onde se quer chegar, esta decis�o � fundamental para que n�o seja desperdi�ados tempo e dinheiro. Abaixo temos algumas dicas divididas em cinco passos para serem seguidas com o objetivo de ajudar e orientar no processo de transforma��o do carro:

Passo 1 - Estas modifica��es j� s�o suficientes para deixar o carro com um ar diferente e bem cuidado tanto por dentro como por fora. Muitas pessoas j� se d�o por satisfeitas com estas modifica��es, por isso � comum vermos carros com este n�vel de prepara��o nas ruas.

Interior - manoplas de cambio e freio, pedaleiras

Exterior - Ponteiras, pel�culas escuras nos vidros, molas esportivas

Sistema sonoro - Cd player, kit duas vias na frente, triaxiais atr�s

Performance - Silenciador esportivo, filtro de ar esportivos

Passo 2 - Estas modifica��es ainda s�o consideradas como populares, tendo como maior objetivo completar o que foi feito no primeiro passo.

Interior - Volante esportivo, soleiras de portas

Exterior - Spoilers laterais, dianteiros e traseiros, rodas maiores

Sistema sonoro - M�dulo 4 canais

Performance - Trocar escapamento por maior polegada, amortecedores endurecidos

Passo 3 - Neste terceiro passo estaremos entrando em um n�vel de prepara��o diferente em que tanto o impacto visual como os n�meros de pot�ncia do carro ser�o severamente modificados.

Interno - Pintura de acabamentos de pain�is e ma�anetas

Externo - P�ra-choques dianteiros e traseiros de fibra

Sistema sonoro - Instala��o de subwoofer

Performance - Instala��o de kit turbo b�sico

Passo 4 - No quarto passo n�o existir� mudan�a radical, ser� mais um upgrade encima do terceiro passo para que possamos mais a diante fazer outras modifica��es sem se preocupar com o que j� foi feito.

Interior - Instala��o de man�metros e term�metros do motor

Exterior - Alisamento dos logos do fabricante do carro

Sistema sonoro - Bateria de maior amperagem

Performance - Kit para �lcool, controlador de bicos e ponto por press�o

Passo 5 - Neste passo o carro j� poder� ser considerado um extreme tuning, onde n�o passar� despercebido em nenhum lugar e que n�o deixar� a desejar em nada.

Interior - Bancos esportivos, tapetes de alum�nio, leds nas pedaleiras

Exterior - Lanternas cristais, cap� personalizado, neon, aerof�lio

Sistema sonoro - Leitor de DVD com tela

Performance - Booster para turbo, intercooler

Escolhemos estes passos a serem seguidos devido aos n�veis de prepara��es mais utilizados no Brasil e aos n�veis de investimentos por tipo de prepara��o. Notem que desde o primeiro passo tivemos em mente um carro extreme tuning, em que em nenhum momento foi necess�rio vender e comprar outros equipamentos de som ou de performance, no tuning externo s� n�o aproveitamos os spoilers dianteiro e traseiro que foram substitu�dos por p�ra-choques de fibra, preferimos assim devido ao baixo custo dos spoilers, o que n�o justificaria deixar o carro pelado at� chegar no passo em que seria instalados os p�ra-choques de fibra.

�leo certo para seu carro













O �leo certo para seu carro


Quer saber mais sobre mec�nica, servi�os, dicas de manuten��o, cuidados ao dirigir e outros assuntos sobre carros? O G1 abre espa�o para o internauta tirar suas d�vidas sobre autom�veis. O jornalista Ricardo Lopes da Fonseca, que estuda sobre mec�nica h� mais de duas d�cadas e j� se aventurou como piloto participando at� do Rali Paris-Dakar, vai escrever sobre o assunto e responder �s perguntas dos internautas. O tema de abertura � �leo do motor. Qual o tipo de �leo ideal para usar no seu carro? Como e quando efetuar a troca do lubrificante?

Foto: TV Globo/Reprodu��o
TV Globo/Reprodu��o
Checar n�vel de �leo do motor � fundamental (Foto: TV Globo/Reprodu��o)

A principal d�vida sobre �leo para motores � uma s�: que tipo de �leo usar no meu carro? A resposta � bem simples: o que estiver indicado no manual do propriet�rio. Mas, acalme-se, a id�ia aqui n�o � comentar o �bvio, mas sim abrir seus olhos para esse importante assunto na manuten��o do seu ve�culo.

Antes, por�m, vamos detalhar a fun��o do lubrificante. Sua tarefa � evitar o atrito entre as pe�as m�veis dentro do motor e assegurar o bom funcionamento. Esse fluido deve manter suas caracter�sticas de lubrifica��o sob as mais diversas condi��es, sejam clim�ticas ou formas de uso. Com o passar do tempo, o �leo do motor tende a perder sua viscosidade - caracter�stica principal no lubrificante -, encarregada de fazer com que o �leo permane�a por mais tempo revestindo as pe�as que est�o em contato dentro do motor. Perdendo a viscosidade, o atrito poder� comprometer o funcionamento do motor e deste modo a vida �til, al�m de reduzir o desempenho e aumentar o consumo.

Muitas pessoas t�m o h�bito de s� completar o �leo quando este est� abaixo do limite, sendo que o mais adequado � fazer a troca completa do lubrificante. Esse erro pode custar caro. Se n�o for substitu�do, o �leo fica mais sujo que o normal, j� que al�m de lubrificar ele tamb�m tem a fun��o de eliminar determinados res�duos da combust�o � queima do combust�vel - e isso compromete a viscosidade.

Mas o que fazer para o �leo n�o perder a viscosidade? O correto � fazer as trocas dentro dos limites de quilometragem estabelecidos para cada tipo de �leo.

Que �leo colocar?

Para saber qual � o lubrificante correto para seu ve�culo consulte o "Manual do Propriet�rio" na se��o referente a manuten��o. � simples e r�pido. Lembre-se de observar os dados referentes a viscosidade (SAE) e ao desempenho (API) e grave esses n�meros. Outra possibilidade � conferir as tabelas de recomenda��o dispon�veis nos postos de servi�o. Conhe�a os tipos de �leo:


�leo mineral multiviscoso - O mineral multiviscoso � o mais comum no mercado. Esse tipo de �leo � adequado para qualquer motor, sendo ele de qualquer cilindrada ou combust�vel. Sua principal caracter�stica � adaptar a viscosidade de acordo com a temperatura de funcionamento do motor.

Vamos tomar como exemplo o 15W40. O primeiro n�mero indica a viscosidade do �leo em uma temperatura baixa, como na hora da partida, e o segundo indica a viscosidade � temperatura operacional. Quanto menor o primeiro n�mero, mais fino � o �leo e quanto maior o segundo, mais grosso. O cuidado necess�rio � efetuar as trocas antes de atingir o limite de quilometragem, nesse tipo de �leo recomendada a cada 5 mil quil�metros. Caso passe despercebido, com o tempo provoca alto �ndice de carboniza��o interna do motor que, a partir de ent�o, fica sujeito a falhas e quebras.

�leo semi-sint�tico - O semi-sint�tico � o �leo que mistura a base sint�tica com a mineral. Esse tipo � recomendado para motores mais potentes que trabalham em altas rota��es. Mas, nada impede seu uso em motores menos potentes. Provoca menos carboniza��o interna e contribui para amenizar o atrito entre as pe�as internas do motor, principalmente durante a partida, quando a maior parte do �leo encontra-se em repouso no c�rter � reservat�rio do �leo. Ele tamb�m � do tipo multiviscoso. A troca � recomendada pela maioria dos fabricantes a cada 10 mil quil�metros, mas conv�m efetu�-la antes disso, por volta dos 8 mil.

�leo sint�tico - Os sint�ticos s�o os mais elaborados e caros e prometem manter a viscosidade constante, independentemente da temperatura de funcionamento do motor. Com essa caracter�stica a tend�ncia � n�o carbonizar o motor. S�o indicados para os modelos esportivos que trabalham em regimes mais severos. A troca � recomendada a cada 20 mil quil�metros, mas � bom ficar sempre atento ao n�vel.

O mais importante de tudo � usar um �nico tipo de �leo e, de prefer�ncia, da mesma marca. Em princ�pio, os �leos automotivos s�o compat�veis entre si, sendo at� poss�vel misturar marcas diferentes. Por�m � preciso tomar o devido cuidado de usar produtos de um mesmo n�vel de desempenho (API) - sigla em ingl�s de Instituto Americano do Petr�leo, uma classifica��o de duas letras que informa o tipo de motor para o qual o �leo se destina (gasolina ou diesel) e o n�vel de qualidade.

Tamb�m n�o se esquecer do mesmo �ndice de viscosidade (SAE) - sigla em ingl�s para Sociedade de Engenharia Automotiva, que classifica os lubrificantes automotivos em faixas de viscosidade. No entanto, a melhor alternativa ainda � evitar esse procedimento. Uma observa��o importante � nunca misturar �leo mineral com �leo sint�tico. O tempo de troca tamb�m varia de modelo para modelo.


Medi��o no posto de gasolina

� comum entre os motoristas pedir para checar o n�vel em postos de gasolina durante o abastecimento. O procedimento � correto, mas, geralmente, os atendentes n�o perguntam qual a marca e o tipo de �leo que voc� prefere ou mesmo o que j� est� no reservat�rio do motor. Eles medem o n�vel e, se estiver baixo, completam com o �leo que tiverem no estoque.


Nesse momento � importante ter paci�ncia e aguardar pelo menos tr�s minutos com o carro desligado antes de fazer a medi��o. Esse tempo � necess�rio para que todo o �leo do motor escorra para o c�rter e assim permita uma correta avalia��o do n�vel.

� por isso que as montadoras aconselham os propriet�rios a trocar ou completar o �leo em concession�ria autorizada. Cada marca tem sua recomenda��o espec�fica, mas nada que, se voc� tomar toda a cautela, n�o seja poss�vel de realizar em postos de servi�o.

Com o uso do carro, o n�vel do �leo baixa um pouco devido �s folgas do motor e � queima parcial na c�mara de combust�o. Assim, enquanto n�o chega a hora de trocar o �leo, devemos ir completando o n�vel. Motores com mais de 100 mil quil�metros rodados t�m mais folga em determinados componentes internos que os ve�culos novos e, portanto, tendem a baixar mais o n�vel de �leo no c�rter. � bom lembrar que mesmo o motor novo tamb�m tem certo consumo de �leo, assim o acompanhamento do n�vel se faz necess�rio para qualquer carro, independente do tipo de combust�vel utilizado e tempo de uso.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...